Por Fabio Barros
COMPUTERWORLD
Há há algum tempo o mercado de segurança vem comportando-se como em uma gangorra: inicia o ano como promessa de bons negócios e termina frustrando expectativas. Este ano, mais uma vez, ele promete entrar de fato nos planos de investimentos dos CIOs, atraindo para o País novos players. Escaldadas pelo histórico passado, empresas como Kroll, CORE e Sybari apostam em estratégias diferenciadas de atuação e, em paralelo, enumeram fatores que em teoria justificam seus investimentos e sua aposta nas corporações locais.
“Em primeiro lugar, há as previsões globais. Esse mercado está estimado em US$ 6 bilhões, com previsão de crescimento global de 29%”, lembra Jose Morelle, COO (Chief Operating Officer) da CORE. Especificamente sobre o Brasil, o executivo acredita que as corporações internacionais, afetadas pelos eventos de setembro do ano passado, devem alavancar as iniciativas.
“Além disso, vemos que o Brasil tem uma cultura de segurança recém iniciada. É agora que as empresas estão finalizando sua primeira onda de investimentos em sistemas antivírus e firewalls”, avalia. Segundo Morelles, o fim desta fase indica que o mercado deve partir agora para a aquisição de soluções de escopo corporativo.
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